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23 maio 2009

aquela parte que diz “cultural tips”…

Pois bem minhas nobrezas! Depois de alguns dias (corridos e sufocantes, é claro) sem escrever por aqui, passo a bola  de uma dica cultural que chegou no meu e-mail e me animou.

Rita Lee vem fazer um show no Guaírão no dia 20 de junho, e os preços estão justos (se quisermos comparar com os ingressos do show do Seu Jorge aqui em Curitiba, que por sinal é hoje: R$ 180 custa o lugar mais churrepa).

Pra ver a rainha do rock brasileiro basta desembolsar ou R$ 100 no segundo balcão, ou R$ 140 no primeiro balcão, ou R$ 160 para a platéia, sempre dividindo os valores para quem é estudante. Ano passado eu vi o show do Fábio Jr. (abafa, fui para acompanhar a minha mãe e minhas tias) no segundo balcão, e foi ótimo.

A apresentação da coroa ruiva bem louca faz parte da turnê do DVD Multishow Ao Vivo, isto é: vai rolar muito remember!

Os pontos de venda são estes: Bilheteria do Teatro, Livrarias Curitiba (Shopping Estação) e Disk Ingressos (Shopping Curitiba e Muller). E o telefone casa existam dúvidas, depois deste post tão esclarecedor, é este: 41  3304-7982.

rita-marketing

P.S.: O show que deu origem à gravação do DVD Ao Vivo, passa no domingo, dia 24, às 21h no Multishow.

 

14 maio 2009

Ressaca de vida

Bom meninas, primeira vez que vou colocar um texto aqui.

Faz algum tempo tive vontade de escrever um livro, mas acho que só consegui fazer um texto… Um conto… Talvez uma piada.

Tenho um pouco de vergonha, porque quando leio acho idiota, às vezes acho legal, às vezes acho brega. É uma historia fictícia com toques de realidade. Haha…

Vamos lá, não sejam tão críticas… Haha…

O dia acabara de nascer. Uma primeira sensação pré-despertar agita suas pálpebras moribundas, preguiçosas elas resistem aos breves segundos em que esta sensação se manifesta e permanecem fechadas, lacradas, carregando o peso de evitar mais uma manhã que não queria ser vivida.

Como ela odiava as manhãs. Principalmente as dos dias quentes, manhãs claras frescas e limpas, manhãs que inspiram e enganam com a ilusão de um dia melhor, de um dia que realmente valesse a pena viver.

Suas pálpebras permanecem fechadas sua alma está entregue aos sonhos, sua consciência vive intensamente percorrendo ambientes nos quais o corpo jamais conseguirá alcançar. Por alguns instantes não duvida de sua própria existência, é como o vento.

Sente o calor do corpo deitado ao seu lado, ele a abraça por trás com força, com a mesma força do primeiro abraço, permaneceu assim a noite toda. O que estará ele sonhando? Será ele capaz de tal façanha?

Começa a despertar, seus braços entrelaçados ao corpo dela movimentam-se delicadamente, enche os pulmões de ar, quase como se saboreasse aquela manhã. Ah! se ele soubesse como ela odiava as manhãs jamais teria feito aquilo, teria permanecido imóvel mesmo depois de desperto, seria ele o próprio silêncio. Mas não, ele não sabia, assim como todos os outros ele não sabia.

Ela sente o braço que a envolve se mexer. Tem um breve despertar, apenas alguns milésimos de segundos consciente e é puxada de volta ao sono, como se sua alma relutasse para retomar a consciência deste corpo e se levantar para viver esta manhã. As pálpebras se fecham novamente ignorando o movimento dos braços que agora a abraçavam mais forte.

Nota-se no quarto, outrora escuro, alguns feixes de luz invadindo a escuridão pelas frestas da cortina. Malditas frestas. Alguns pássaros insistiam em cantar. Malditos pássaros.

O braço que a envolvia pela cintura se solta lentamente, a mão se aproxima do corpo com o toque suave dos dedos esboçando algum tipo de carinho. Os dedos correm pela cintura indo parar nas costas.

Ela começa então a despertar, o toque de seus dedos a trouxe dos sonhos, se ele soubesse o despertar maldesejado que seu carinho causou jamais teria ousado a tocar naquela manhã.

As pálpebras se abrem preguiçosas, o olhar permanece perdido por alguns segundos. Sabe que está desperta mas não se sente ali, não se sente em lugar algum, como se flutuasse sob o próprio corpo, duvida de sua existência, parece tudo tão falso.

Ela tenta se localizar no tempo olha para os feixes de luz que escapam pelas malditas frestas da cortina e conclui que deve ser muito muito cedo, um começo de manhã talvez. Os raios ainda estão fracos e a rua relativamente silenciosa.

Como um relâmpago lhe vem a lembrança da manhã anterior, todas as manhãs são tão iguais na sua essência maldita, lembra-se que possivelmente no mesmo horário na manhã passada estivera neste mesmo lugar, sob estes mesmos lençóis, envolvida em braços de outro. Pensa no porque é tão difícil para as pessoas acreditarem que ela se envolvia com eles sem expectativas, sem intenções ou vontade de se deixar conhecer. Ou melhor, as expectativas existiam, afinal de contas era mulher, existiam pelo menos por alguns minutos. Ela se decepcionava muito fácil, era quase como se conseguisse saber tudo de qualquer pessoa após uma conversa qualquer, ela prestava muita atenção em tudo. Logo que via que suas expectativas mais uma vez não seriam correspondidas desistia de tudo, só precisava sugar um pouco daquele corpo e depois o descartaria simpaticamente. Ela só queria aquele momento, não conseguia sequer vislumbrar o que se passaria no dia seguinte e no outro e no outro. De certa forma ela não se importava, não porque não quisesse apenas, mas sim porque parecia tudo uma grande farsa, uma grande piada, realmente ela acreditava que alguém estava se divertindo com tudo aquilo, as vezes ela conseguia até escutar as risadas.

O corpo ao seu lado se move novamente, as mãos na tentativa de um carinho que não seria correspondido, não naquela hora do dia. Tiram-na de seus pensamentos e trazem de volta a realidade.

Esta mão a despertara pela segunda vez esta manhã, isto estava indo longe demais.

O rapaz da manhã anterior, o rapaz desta manhã, ela queria entender, queria que as pessoas fossem mais claras e diretas pois ela era assim, talvez racional demais para sua idade, que não fazia jogos pois não acreditava muito no futuro, não tinha motivação. Jogos, o grande trunfo das mulheres. A sordidez feminina que os homens tanto procuram para satisfazer suas vontades mais narcisistas. Ela era diferente.

Talvez seja o que a faça sentir um pouco perdida. Quando eles diziam gostar dela é fato que pouco tempo depois seriam gentilmente abandonados sem nenhum remorso da parte dela ou preocupação em oferecer uma desculpa convincente. Se eles diziam que tinham medo de se envolver ou que não a queriam magoar ela sentia aquele desprezo que queimava entre suas entranhas. O que eles estavam pensando? a estavam subestimando e isto era imperdoável. Malditos todos os que um dia pensaram que ela estava pronta para se derreter de amores pelo primeiro corpo que a oferecesse um pouco de afeto. Ela tinha pena deles, e este sentimento era para ela o pior de todos, o mais desprezível.

As vezes se sentia como uma vampira que sugava um pouco de vida dos corpos e os deixava ir embora dignos de pena.

Outras vezes se sentia como um fantasma que não pertence a lugar nenhum. Um fantasma que nunca teve uma vida, nasceu sob a condição de fantasma e pode apenas vagar observando a vida que nasce e morre, a vida que nunca poderá ter. Uma criação do nada. Apenas um fantasma vestido com um sobretudo para esconder o pijama indo até a banca para comprar cigarros.

Como de súbito ela percebe que nenhum braço a envolve. Esta na cama sozinha, o vazio ao seu lado ainda guarda um pouco do calor do corpo dele. Escuta um barulho de descarga, ele sai do banheiro e vem em sua direção com aquele ar de macho-alfa que ela tanto odiava. Trocam algumas palavras, ela mal se meche, ele lhe dá um beijo de macho-alfa e vai embora com aquele maldito peito estufado.

Ela espera até que o silêncio venha e devore aquela presença indesejada. A porta bate. Ele foi embora, finalmente. Agora é só ela, o silêncio e os feixes de luz. Levanta-se, vai até a porta e a tranca. O esforço de se levantar é compensado pela sensação de isolamento, ninguém para incomodar.

Volta para a cama, olhar de morto fixo no teto acima de sua cabeça, não consegue pensar, não, não pensaria mais nada. Aquela manhã já havia durado demais, sente um conforto: está sozinha, toda a cama só para ela. Aos poucos adormece poupando vivenciar o que sobrou daquela manhã.

Costumava trocar o dia pela noite. Seus sonhos a perturbavam eram muito reais, muito intensos, um mesmo sonho podia durar dias.

Após algumas muitas horas de sono e sonhos, seu corpo já estava doendo de tanto ficar deitado, algumas vezes ela ignorava esta dor e continuava dormindo outras vezes acordava com braços e pernas amortecidos, mas neste dia a dor fez com que ela se levantasse.

De onde as pessoas tiram forças para ter força de vontade? Será a força de vontade um fator genético ou alguma espécie de intervenção divina ???

Filed under: Cultura,Outros — Ligia Rocha @ 15:42
 

10 maio 2009

Oasis e chimarrão

oasis-show-no-brasil-2009

É daqui a pouco, consegui VIPs pro show do Oasis ali em Pinhais, vou lá, volto e conto como foi.

Com a cara amarrada pra não fazer feio na frente dos irmãos Gallagher…

Because maaaaaybeeee…

imagem: Rádio Blog

imagem: Rádio Blog

E eu que reclamei de ter quer ver No Doubt apenas em vídeo, fiquei faceira agora! Bom domingo!!!

Filed under: Música — Tags:, , , , , — Carow @ 16:14
 

Chanel No.5

É indiscutível o sucesso do perfume Chanel No.5,  a fragrância consegue ser única, é daqueles perfumes que não invadem e agridem (particularmente, não gosto desses perfumes extremamente doces e fortes que acabam GRITANDO “estou aqui”), ele é suave, com um ar de requinte (simplicidade) e limpeza (cheiriho de banho).  E embora eu tenha ganho o bichinho há algum tempo, não indico para mulheres com menos de 30 anos, como é o meu caso. Sinceramente, quando eu uso o perfume eu não me encontro, ele não se encaixa, por ser muito atalcado parece demais com o cheiro da vovó.

Mas há outras criações que envolvem a marca e o perfume que é quase impossível que não caiam no apreço de todas as mulheres deste planetinha, como é o caso do recém-lançado filme publicitário no Chanel No. 5. O mecenato trata o vídeo como um curta-metragem patrocinado pela Chanel.  Estrelado por Audrey Tatou (a nossa querida Amelie Poulain) e dirigido por Jean-Pierre Jeunet (que já dirigiu a atriz no “Fabuloso Destino…”,  o comercial tem duas versões, uma como 2’20″, e outra com 1′.

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«Todo o cenário do trem onde é passado o filme foi trazido de Veneza, e feito por artesões do local. O filme demorou 4 meses para ficar pronto e tem em sua história Istambul como o destino final dos personagens.

Sobre a escolha da atriz, Jeunet explica: “Precisávamos de uma atriz extremamente expressiva para tomadas tão curtas. Só seus olhos já a tornam perfeita para a tarefa. Na cena em que ela desce do trem, por exemplo, em circunstâncias normais, precisaríamos de pelo menos um minuto e meio. Conseguimos a emoção desejada em dez segundos.”» Petiscos

A história é puro romance, a direção de arte (como não poderia deixar de ser) é impecável.


Suspiros.

 

Corpitcho enfaixado

Os “Bandage Dress” saíram dos anos 80 e viraram tendência de moda mais uma vez. Eles andam vestindo algumas celebridades mundo a fora nesta temporada. Os it-dress do momento são desenhados pelo estilista Hervé Lérger e são curtos e coladíssimos. Quadris largos: ESQUEÇAM O BANDAGE DRESS!

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imagem: Petiscos

Como este modelo virou uma febre alucinada nos EUA, existem marcas mais populares que vendem o vestido por US$ 100,00. Já o original não sai por menos de US$ 1.400,00.

E aí? Será que vira febre no verão brasileiro 2010 também?

Filed under: Beleza,Moda — Tags:, , , , — Carow @ 0:48
 
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